Emprego na indústria de defesa e drones em Portugal

Esta página reúne as ofertas de emprego na indústria de defesa em Portugal, sobretudo em startups e PME tecnológicas com produto próprio, de drones e espaço a software e sistemas marítimos. Portugal atingiu o objetivo NATO de 2 por cento do PIB em despesa de defesa em 2025 e comprometeu-se, na cimeira de Haia, com a nova meta aliada de 3,5 por cento em defesa e 1,5 por cento em áreas conexas até 2035. O orçamento da Defesa Nacional para 2026 ronda os 3,8 mil milhões de euros. A trajetória é enquadrada pela Lei de Programação Militar, que define o horizonte plurianual de aquisição, e pela idD Portugal Defence, a holding pública que gere as participações do Estado nas empresas de defesa e promove a base tecnológica e industrial de defesa. Grandes empregadores clássicos como a OGMA em manutenção aeronáutica, a EID em rádios e comunicações táticas ou a Critical Software, em Coimbra, com sistemas críticos e software, continuam a ser referências incontornáveis do setor, embora ainda não estejam listados no portal.

Cidades com mais ofertas: Vila Franca De Xira 5 · Caldas Da Rainha 3

Portugal

Ofertas de emprego (16)

Role

Job listings

S
AOCS Engineer
Spin.Works · Hardware & Systems
São João da Madeira, Portugal·2 weeks ago
S
Embedded Systems Engineer
Spin.Works · Hardware & Systems
São João da Madeira, Portugal·2 weeks ago
Beyond Vision logo
Pre-Sales Solution Architect (UAVs)
Beyond Vision · Business Development
Vila Franca de Xira, Portugal·1 month ago
Beyond Vision logo
Engenheiro/a de Desenvolvimento de PCB
Beyond Vision · Hardware & Systems
Vila Franca de Xira, Portugal·1 month ago
Beyond Vision logo
Engenheiro/a de Desenvolvimento de Cablagens
Beyond Vision · Hardware & Systems
Vila Franca de Xira, Portugal·1 month ago
Beyond Vision logo
Engenheiro/a Líder de Robótica (UAVs)
Beyond Vision · Hardware & Systems
Vila Franca de Xira, Portugal·1 month ago

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Beyond Vision logo
Robotics Development Engineer
Beyond Vision · Hardware & Systems
Vila Franca de Xira, Portugal·1 month ago
TEKEVER logo
Senior Product Development Engineer – AR3
TEKEVER · Software & Data
Caldas da Rainha, Portugal·1 month ago
TEKEVER logo
Mechanical / Automotive Engineer - AR3
TEKEVER · Hardware & Systems
Caldas da Rainha, Portugal·1 month ago
TEKEVER logo
Electronics / Electrical Engineer - AR3
TEKEVER · Hardware & Systems
Leiria, Portugal·1 month ago
TEKEVER logo
Técnico de Desenvolvimento de Produto – AR3
TEKEVER · Operations
Caldas da Rainha, Portugal·1 month ago
TEKEVER logo
Técnico(a) Administrativo(a) de Planeamento
TEKEVER · Operations
Ponte de Sor, Portugal·1 month ago
Dronamics logo
Avionics Systems Engineer
Dronamics · Hardware & Systems
Horta, Portugal·1 month ago
Fossa Systems logo
Software Engineer
Fossa Systems · Software & Data
Lisboa, Portugal·1 month ago
S
Real-Time Software Engineer
Spin.Works · Software & Data
São João da Madeira, Portugal·5 months ago
Neuraspace logo
Quality Assurance Engineer
Neuraspace · Software & Data
Coimbra, Portugal·10 months ago

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Perguntas frequentes

Que empresas portuguesas de defesa estão a contratar?+

A TEKEVER em Lisboa é atualmente a maior fonte de vagas no portal, com funções ligadas ao seu sistema AR5 e a contratos marítimos com a Frontex, a EMSA e autoridades britânicas. A Neuraspace, sediada no Porto, recruta engenheiros de software e investigadores para a sua plataforma de gestão de tráfego espacial. A Hala Systems também abre regularmente funções em Lisboa, sobretudo em engenharia de software, dados e políticas públicas.

Quais são os salários no setor da defesa em Portugal?+

Um engenheiro de software sénior em Lisboa ou no Porto costuma situar-se entre 45 000 e 70 000 euros brutos anuais em empresas com clientes internacionais, podendo ultrapassar esse valor em funções especializadas em software embarcado, sistemas de guiamento e navegação ou inteligência artificial. Em Aveiro, Torres Vedras ou Coimbra, os valores tendem a ser 10 a 20 por cento inferiores, embora a diferença de custo de vida compense parte dessa variação.

Preciso de credenciação de segurança antes de me candidatar?+

Não. A credenciação em Portugal é sempre iniciada pelo empregador junto do Gabinete Nacional de Segurança depois da contratação ou durante o processo final. Os quatro níveis são Reservado, Confidencial, Secreto e Muito Secreto, com prazos de instrução que variam entre algumas semanas e vários meses. Muitas funções em desenvolvimento de produto ou I&D não exigem credenciação formal, sobretudo em startups com produto de duplo uso.

Preciso de falar português para trabalhar no setor?+

Depende do cliente. Projetos ligados às Forças Armadas Portuguesas, à Marinha ou à Força Aérea exigem domínio do português para documentação e reuniões operacionais. Em startups com forte orientação exportadora, como a TEKEVER, a Neuraspace ou a Hala Systems, o inglês é a língua de trabalho corrente e há equipas internacionais. Para funções comerciais junto da NATO ou da União Europeia, o inglês é obrigatório.

Onde se concentram geograficamente as ofertas?+

Lisboa reúne o maior volume de vagas, sobretudo em drones, software e inteligência artificial, com a TEKEVER, a Beyond Vision, a Hala Systems, a Spin.Works e a Delox. O Porto é o segundo polo, com a Neuraspace na gestão de tráfego orbital e a OceanScan-MST, spin-off da Universidade do Porto, em robótica submarina. Aveiro acolhe a Atlar Innovation, a UAVision está em Torres Vedras, e Coimbra mantém um polo de software para sistemas críticos.

Candidatos de fora da UE podem candidatar-se?+

Sim, para a maioria das funções civis em empresas com clientes comerciais ou de duplo uso. O Cartão Azul europeu é a via mais comum para engenheiros qualificados. Em projetos classificados, a credenciação exige residência em Portugal e verificações adicionais, o que pode excluir candidatos fora da UE e da NATO. Recomenda-se confirmar com o empregador antes de avançar com a candidatura.

O que distingue o trabalho na defesa do setor tecnológico tradicional?+

Os horizontes de projeto são mais longos, frequentemente medidos em anos, e há exigências rigorosas de certificação, documentação e rastreabilidade. A estabilidade é superior ao setor tecnológico civil português, mas o mercado doméstico é pequeno e as empresas dependem fortemente de contratos de exportação para a NATO, a Frontex ou forças europeias, o que obriga a competir em mercados técnicos exigentes.